quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Textos e Reflexões: INVEJA

Textos e Reflexões: INVEJA: Gente invejosa é um saco. Categoricamente! Até pouco tempo atrás, eu não sabia muito bem definir o que significava inveja. Foi então que de...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Chico Rei!!! História linda!!!

























Chico Rei é um personagem lendário da tradição oral de Minas Gerais, Brasil. Segundo esta tradição, Chico era o rei de uma tribo no reino do Congo, trazido como escravo para o Brasil. Conseguiu comprar sua alforria e de outros conterrâneos com seu trabalho e tornou-se "rei" em Ouro Preto.





Chico Rei, nascido no Reino do Congo, chamava-se originalmente Galanga.[1] Era monarca guerreiro e sumo sacerdote do deus Zambi-Apungo e foi capturado com toda a corte por comerciantes portugueses traficantes de escravos. Chegou ao Brasil em 1740,[1] no navio negreiro "Madalena", mas, entre os membros da família, somente ele e seu filho sobreviveram à viagem. A rainha Djalô e a filha, a princesa Itulo, foram jogadas no Oceano pelos marujos do navio negreiro "Madalena" para aplacar a ira dos deuses da tempestade, que quase o afundou.









Todo o lote de escravos foi comprado pelo Major Augusto, proprietário da mina da Encardideira,[1] e foi levado para Vila Rica como escravo, juntamente com seu filho. Trabalhando como escravo conseguiu comprar sua liberdade e a de seu filho. Adquiriu a mina da Encardideira.[1] Aos poucos, foi comprando a alforria de seus compatriotas. Os escravos libertos consideravam-no "rei".[1]











Carlos Julião. Cortejo da Rainha Negra. na Festa de Reis. Aquarela colorida do livro Riscos illuminados de figurinos de brancos e negros dos uzos do Rio de Janeiro e Serro Frio.



Congado em litografia de Rugendas.Este grupo associou-se em uma irmandade em honra de Santa Ifigênia, que teria sido a primeira irmandade de negros livres de Vila Rica. Ergueram a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.







Chico Rei virou monarca em Ouro Preto, antiga Vila Rica em Minas Gerais no século XVIII, com a anuência do governador-geral Gomes Freire de Andrada, o conde de Bobadela.







No dia de Nossa Senhora do Rosário, ocorriam as solenidades da irmandade, denominadas Reinado de Nossa Senhora do Rosário.[2] Durante estas solenidades, Chico, coroado como rei, aparece com a rainha e a corte, em ricas indumentárias, seguido por músicos e dançarinos, ao som de caxambus, pandeiros, marimbas e ganzás. Este cortejo antecede a missa.







[editar] Registros históricosA história de Chico Rei não possui registros históricos fidedignos. Ela aparece em uma nota de rodapé escrita por Diogo de Vasconcelos, em seu livro "História Antiga de Minas", de 1904. Note-se que antes da publicação desse livro em 1904, inexiste qualquer informação sobre esse personagem e, depois disto, até a presente data, todas as informações checadas pelo historiador Tarcísio José Martins, revelaram que, direta ou indiretamente, saíram da nota de rodapé do citado livro. A conotação da festa de 1 a 6 de janeiro, assim como, da chamada mina Encardideira com o personagem Chico Rei, da mesma forma, que poderiam ser comprovadas por registro eclesiástico, administrativo ou judiciário, nunca foram confirmadas por por qualquer documento ou registro dos séculos XVIII ou XIX.












domingo, 10 de abril de 2011

Revelation: I Want To Know What Love Is - Last Choir Standing - BBC One


Não sei se podemos desenvolver determinados talentos ou se já nascemos com eles. Penso em talento como aquela habilidade que temos pra fazer algo bem feito. Algumas vezes, mais do que bem feito – perfeito. Por falar nisso, não conheço ninguém que tenha tido sucesso profissional na vida sem ter talento. Pode ser talento pra cantar, pra fazer cálculos, pra escrever, pra se relacionar ou pra vender. Talento pra pilotar, pra encenar e pra fazer gols. Talento pra brigar, pra curar, pra desenhar ou pra liderar.

Se o sucesso é fruto do talento, nem todos que têm talento têm a garantia do sucesso. Há gente, muita gente, que nasce e morre com o talento guardado ou escondido em algum lugar. Essas pessoas sequer têm a consciência do talento que possuem. Talvez por nunca terem tido a chance de despertá-lo.

Embora acredite que, nato ou adquirido, todas as pessoas possuem um talento, até hoje ainda não descobri o meu. Com a minha insistência, e falta de vergonha, pelo menos descobri os talentos que me faltam. E como eles são muitos.

Um dos talentos que nunca tive, por exemplo, foi o de desenhar. Hoje não sofro por isso, mas na infância era quase uma tragédia. Especialmente, por ter Luiz Carlos – ou Cacau – como colega de classe. Estudávamos num colégio público em Angicos e ele chamava atenção quando tinha um lápis nas mãos. O menino desenhava tudo com muita perfeição. Enquanto seus traços ganhavam qualquer concurso de desenho, eu mal desenhava aquela casa que todos desenham.

Os anos se passaram e nossos passos percorreram caminhos diferentes. Passamos muito tempo sem nenhum contato, até que o reencontrei durante uma reportagem em Natal. Estava indo para uma entrevista num dos condomínios mais luxuosos da cidade…E quem me recebe na entrada do prédio? Ele mesmo, Cacau. Nos reconhecemos na hora e fizemos uma boa festa. Cacau, o craque no desenho, era agora porteiro de edifício.

O que faltou a Cacau, certamente, não foi talento para o desenho, pois isso ele tinha de sobra. O que o desenhista Cacau não teve foi oportunidade. E não me refiro somente a oportunidades de estudo ou trabalho. Isso também deve ter acontecido com ele, mas falo de oportunidade pra sonhar, pra imaginar um mundo diferente, o mundo que desejamos para nós. Quando sonhamos com o futuro, construímos cenários e, até inconscientemente, vamos estabelecendo metas pessoais e guiando nossas ações por elas.

Pra estimular esses sonhos, há uma pergunta que adoro fazer a crianças: o que você quer ser quando crescer? Experimente responder!


01/04 - Criação do Partido dos Panteras Negras, EUA / 1967




Panteras Negras

Partido negro revolucionário estadunidense, fundado em 1966 em Oakland - Califórnia, por Huey Newton e Bobby Seale, originalmente chamado Partido Pantera Negra para Auto-defesa (no original, "Black Panther Party for Self-Defense", depois, mais conhecido como "Black Panther Party" (Panteras Negras).
A finalidade original do partido era patrulhar guetos negros para proteger os residentes dos actos de brutalidade da polícia. Os Panteras tornaram-se eventualmente um grupo revolucionário marxista que defendia o armamento de todos os negros, a isenção dos negros no pagamento de impostos e de todas as sanções da chamada "América Branca", a libertação de todos os negros da cadeia, e o pagamento de compensação aos negros por séculos de exploração branca. Sua ala mais radical defendia a luta armada. No seu auge, nos anos de 1960, o número de membros dos Panteras Negras excedeu 2 mil e a organização coordenou sedes nas principais cidades.
Os conflitos entre os Panteras Negras e a polícia nos anos de 60 e nos anos de 70 conduziram a vários tiroteios na Califórnia, em Nova Iorque e em Chicago, um desses resultando na prisão de Huey Newton pelo assassinato de um agente da policia..
Na medida em que alguns membros do partido eram considerados culpados de actos criminosos, o grupo foi sujeito a uma grande hostilidade da polícia que algumas vezes se deu na forma de ataques violentos, despertando investigações no Congresso sobre as actividades da polícia com relação aos Panteras. Nos meados dos anos de 70, tendo perdido muitos de seus membros e diminuído a simpatia de muitos líderes negros estadunidenses, levaram a uma mudança dos métodos do partido, que mudaram da violência para uma concentração na política convencional e em um fornecimento de serviços sociais nas comunidades negras. O partido estava efectivamente desfeito em meados dos anos de 1980, para, nos últimos anos, ressurgirem com novos membros..

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01/04 - Primeiro Festival Mundial de Arte Negra, Dakar, Senegal / 1966




































III Festival de Artes Negras em Dakar - 
Senegal



Na origem, o primeiro Festival Mundial das Artes Negras organizado em Abril de 1966 devia finalizar, do ponto de vista do Presidente e poeta Léopold Sédar Senghor, o seu iniciador, a marcha de um século que celebrou com fasto as culturas negras.

Para Senghor como para Césaire, os pais da Negritude, a organização do Festival tinha a ver tanto com a política como com a cultura. Devia servir a reafirmar a nobreza das culturas africanas, a celebrar a sua essência e a sua importância, num contexto em que a África mal acabava de sair da colonização e os Estados – Unidos tinham dificuldade para pôr fim à Segregação racial.

Consoante os princípios gerais do primeiro Festival, tinha como objetivo principal «permitir ao maior número possível de artistas negros, ou de origem negra, fazer-se se conhecer e amar por um auditório tão vasto como possível num clima de tolerância, de estima mútua e desenvolvimento intelectual.»

As delegações africanas afluíram, portanto, com as estrelas da diáspora da época, entre as quais Duke Ellington, Arthur Mitchell e Alvin Ailey (American Negro Dance Company), Mestre Pastrinha (grande capoeirista da Bahia), Marion Williams ou ainda Clementina de Jesus, rainha do samba.

Após Dakar, Lagos acolheu em 1977 o segundo Festival Mundial das Artes Negras. Esta edição inscrevia-se no mesmo espírito de defesa e ilustração das civilizações e culturas negras.

Fonte: http://www.dc.mre.gov.br/festivais-e-concursos/dacar-2013-iii-festival-mundial-de-artes-negras


quinta-feira, 17 de março de 2011

21 de Março - Dia Internacional contra a Discriminação Racial

Em 1976, a ONU escolhe o dia 21 de março como o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, para lembrar os 60 negros mortos e as centenas de feridos na cidade de Shapeville, África do Sul, em 21 de março de 1960. Estas pessoas foram vítimas da intransigência e do preconceito racial quando pacificamente realizavam uma manifestação de protesto contra o uso de “passes” para os negros poderem circular nas chamadas áreas “brancas” da cidade.No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra o apartheid no subúrbio segregado de Shaperville na África do Sul, pela policia do país.
A lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular.


No bairro de Shaperville, os manifestantes se depararam com tropas do exército. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a ONU – Organização das Nações Unidas – instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. 


O Artigo I da Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial diz o seguinte:


"Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública" 


O racismo se apresenta, de forma velada ou não, contra judeus, árabes, mas sobretudo negros. No Brasil, onde os negros representam quase a metade da população, chegando a 80 milhões de pessoas, o racismo ainda é um tema delicado. 


Para Paulo Romeu Ramos, do Grupo Afro-Sul, as novas gerações já têm uma visão mais aberta em relação ao tema. “As pessoas mudaram, o que falta mudar são as tradições e as ações governamentais”, afirma Paulo. O Grupo Afro-Sul é uma ONG de Porto Alegre, que promove a cultura negra em todos os seus aspectos. 


Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD – em seu relatório anual, "para conseguir romper o preconceito racial, o movimento negro brasileiro precisa criar alianças e falar para todo o país, inclusive para os brancos. Essa é a única maneira de mudar uma mentalidade forjada durante quase cinco séculos de discriminação”. 


Aproveite esta data para refletir: você tem ou já teve atitudes racistas?

21 - Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, em memória das vítimas do massacre de Shapeville, na África do Sul / 1960

quarta-feira, 9 de março de 2011

Mulheres de todo o Brasil Parabéns!!!

Textos sobre a Mulher



Sentir-se amado

O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.

Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.

Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?

Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato."

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.

Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Blog de Tudo um Pouco 'JP'

Olá amigos , vim aqui anunciar o blog do meu querido subrinho João Paulo.
Tem conteúdo de tudo um pouco , imagens engraçadas , vídeos , coisas bizarras , aposto que vocês irão dar muita risada !

Espero que gostem , Blog de Tudo um Pouco

domingo, 6 de fevereiro de 2011

09/ 02 - Nasce a escritora Alice Walker, na Geórgia, EUA / 1944


Alice Walker

Alice Walker.jpg




















Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Alice Malsenior Walker (Eatonton, Georgia, 9 de fevereiro de 1944) é uma escritora estado-unidense efeminista.
Filha de agricultores, ela perdeu a visão de um dos olhos aos 8 anos de idade, num acidente. Graças à sua dedicação, Alice Walker conseguiu sucessivas bolsas de estudos, graduando-se em artes pelo Sarah Lawrence College, em 1965. Walker iniciou sua carreira de escritora com Once, um volume de poesias, e alcançou fama mundial com A Cor Púrpura.
O romance A Cor Púrpura foi premiado com o Prémio Pulitzer, e deu origem a um dos mais belos filmesde Steven Spielberg, com a atriz Whoopi Goldberg no papel principal. Na obra, a personagem escreve cartas a Deus e à irmã desaparecida. Com sensibilidade e talento, Walker mostra representações de uma mulher negra sulista quase analfabeta, que vive em uma realidade dura de pobreza, opressão e desamor.
A autora escreveu também o livro De amor de desespero, uma obra composta pelas vozes de várias mulheres negras do sul dos EUA. O livro é uma coletânea de vários contos, nos quais conhecemos mulheres diferentes com seus temores, desafios e sonhos. No Brasil, o livro foi lançado pela editora Rocco.
Walker sempre foi uma ativista pelos direitos dos negros e das mulheres, destacando-se na luta contra o apartheid e contra a mutilaçãogenital feminina em países africanos.
Em 1984, fundou sua própria editora, a Wild Trees Press.
Na década de 1990, manteve um relacionamento amoroso com Tracy Chapman[1].