Blog: da Professora Fátima Costa "Gentileza gera gentileza" O Que você pode fazer para mudar o mundo? Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo ...
sexta-feira, 28 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
14/01/14- Rainhas negras da África desbancam Barbies na Nigéria “Ela é negra, igual a mim”, diz menina de 5 anos ao encontrar boneca
Com a economia da Nigéria em ascensão e mais crianças negras do que em qualquer outro lugar do mundo, Taofick Okoya ficou perplexo ao descobrir, anos atrás, que não podia encontrar uma boneca negra para a sobrinha.
O empreendedor, hoje com 43 anos, notou que havia um nicho de mercado, com pouca concorrência, ocupado por multinacionais como a Mattel, fabricante da famosa Barbie. Diante disso, ele resolveu criar seu próprio negócio. Encomendou as peças na China, montou-as na própria Nigéria e acrescentou um toque local — trajes típicos desta região da África.
Sete anos depois, Okoya vende entre 6.000 e 9.000 unidades mensais das linhas "Rainhas da África" e "Princesas Naija", e calcula dominar de 10% a 15% de um mercado ainda pequeno, mas que cresce aceleradamente.
As informações são da agência Reuters
Foto: Akintunde Akinleye/ReutersO empreendedor, hoje com 43 anos, notou que havia um nicho de mercado, com pouca concorrência, ocupado por multinacionais como a Mattel, fabricante da famosa Barbie. Diante disso, ele resolveu criar seu próprio negócio. Encomendou as peças na China, montou-as na própria Nigéria e acrescentou um toque local — trajes típicos desta região da África.
Sete anos depois, Okoya vende entre 6.000 e 9.000 unidades mensais das linhas "Rainhas da África" e "Princesas Naija", e calcula dominar de 10% a 15% de um mercado ainda pequeno, mas que cresce aceleradamente.
As informações são da agência Reuters
domingo, 12 de janeiro de 2014
sábado, 7 de dezembro de 2013
Primeiro presidente negro sul-africano era símbolo da resistência contra o regime de segregação racial. Mandela morreu em decorrência de uma infecção pulmonar O ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela morreu nesta quinta-feira (5), aos 95 anos, em sua casa, em Johanesburgo, anunciou o presidente do país Jacob Zuma. "A nação perdeu seu maior filho", disse em pronunciamento. O admirado líder sul-africano que se tornou símbolo da resistência negra e da luta contra o apartheid (regime de segregação racial) havia sido internado no dia 8 de junho em um hospital de Pretória para tratar uma recorrente infecção no pulmão, mas continuou o tratamento em casa a partir de setembro.
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